Imagem do cais de Bariloche

O que fazer em Bariloche

Há tanto o que fazer em Bariloche que a cidade agrada a gregos e troianos, com atrações incríveis em todas as estações. O slogan oficial não poderia ser mais adequado: porque Bariloche tem de tudo, o ano todo! Um dos principais destinos de inverno da América Latina, a região tem muitos atrativos também durante o verão.

Índice

San Carlos de Bariloche cresceu entre o lago Nahuel Huapi e a Cordilheira dos Andes. Este verdadeiro cartão postal da Patagônia argentina proporciona muitos motivos para que seus visitantes voltem declarando amor eterno e queiram voltar muitas vezes. Famílias, grupos de jovens e casais em busca de romance convivem em harmonia, cada um encontrando o que espera em sua viagem.

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Imagem do Pôr do Sol no Lago de Bariloche
Pôr do Sol no Lago Nahuel Huapi

A região, próxima à divisa com o Chile, oferece paisagens sensacionais, formadas por lagos de águas azuis e cristalinas, montanhas nevadas e bosques exuberantes. A mesma combinação bombástica encontrada em Pucón, no país vizinho.

Além das belezas naturais, a ótima infraestrutura turística e a proximidade fazem de Bariloche um dos destinos de inverno preferidos entre brasileiros. Sem necessidade de visto e passaporte, a região recebe mais de 40.000 turistas a partir de nosso país a cada temporada de neve. Os argentinos até brincam que o nome deveria ser mudado para Brasiloche durante o mês de julho.

A cidade foi fundada no início do século XX e colonizada por europeus, especialmente alemães e austríacos. Estas influências ficam óbvias principalmente na arquitetura e gastronomia. E se, em algum momento, você ouviu comentários maldosos sobre a tratamento que os argentinos dispensam aos brasileiros, não acredite. Somos sempre bem recebidos, pois o turismo é muito importante para a economia da região e nós, brasileiros, estamos entre os principais grupos.


Imagem do Portal em Bariloche retranta a origem europeia
Portal em Bariloche

Quando ir a Bariloche

Não existe uma resposta única a esta pergunta. Apesar da maioria dos brasileiros associar Bariloche a férias de inverno e muita neve, o destino é sensacional também durante o verão. Tudo depende do que você espera aproveitar durante sua viagem.

Bariloche é o principal centro de neve da Argentina. Assim, inverno é alta temporada, atraindo argentinos, brasileiros e turistas de todo o mundo. Oferece o que há de melhor neste tipo de destino nos meses de frio: ski, snowboard, skibunda, caminhadas com raquete e muito mais. No início de agosto acontece a tradicional Festa Nacional da Neve, no centro da cidade. Nesta época, ocorrem shows de música de diversos estilos, corais, apresentações de tango, exposições de arte, concursos e eventos esportivos.

A paisagem se tinge de branco, tornando o contraste com o azul do céu e do Nahuel Huapi apaixonantes. A temporada de inverno tem datas flexíveis, de acordo com o início da neve e quantidade. Normalmente, começa no meio de junho, mas em 2019 a primeira nevasca ocorreu já no final de maio. Julho é altíssima temporada e a cidade fica lotada (e cara). Agosto é mais tranquilo, mas no início de setembro acontecem as melhores promoções. Normalmente ainda há neve, a cidade fica vazia e os hotéis com diárias bem mais atrativas. Se você puder, aproveite a dica.

Se nos meses mais frios a neve encanta, a baixa temporada oferece esportes ao ar livre, natureza exuberante, temperaturas agradáveis e tarifas mais baixas. Para quem curte esportes aquáticos e ao ar livre, o verão é uma época perfeita para visitar Bariloche. Além de velejar e andar de caiaque no lago, nos surpreendemos com a possibilidade de praticar mergulho. E ainda há caminhadas, cavalgadas, escalada, mountain bike, arvorismo e muito mais. Os meses de janeiro e fevereiro, férias de verão, atraem mais argentinos e, acredite, eles agora também comemoram o carnaval. A região é um destino muito procurado durante este feriado prolongado.


Como ir

Bariloche está localizada na região sudoeste da Argentina, próxima à fronteira com o Chile. Fica a mais de 1.570km de Buenos Aires, ou 18h de trajeto de carro ou ônibus.


Imagem da Divisa com o Chile, próximo a Bariloche
Divisa com o Chile no Rio Frías

A forma mais fácil e rápida é ir de avião, pois há um aeroporto internacional que recebe voos diretos a partir de várias cidades argentinas. No inverno, alta temporada para brasileiros em busca de neve, você encontrará voos diretos a partir de São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro, com duração aproximada de 4:30h.

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Em nossa última visita, fomos a Bariloche a partir de Pucón, no Chile, a bordo de um Mitsubishi Pajero 4×4. São 350km e pouco mais de 5h de viagem, por paisagens maravilhosas, repletas de lagos e vulcões. Vale muito a pena, se tiver a oportunidade de fazer este roteiro.


Imagem do Embalse de Alcura
Embalse de Alcurá

Caso esteja na região dos lagos chilenos, nas cidades de Puerto Montt ou Puerto Varas, pode ir a Bariloche de barco. A viagem, conhecida como Cruce de Lagos, proporciona cenários maravilhosos, cruzando dois Parques Nacionais e três lagos cristalinos, com vários vulcões ao fundo (desculpe se estamos repetitivos, mas é realmente sensacional). É uma viagem possível durante o ano todo, com trajeto de 1 ou 2 dias, combinando ônibus e barcos. Durante o verão é possível fazer a travessia em um único dia.


Clima em Bariloche

Bariloche fica ao norte da Patagônia argentina, apresentando temperaturas amenas todos os meses. As estações do ano são bem marcadas e há sempre um vento frio, mesmo no verão.

Nos meses mais quentes, apesar das máximas chegarem a 22oC, as mínimas ficam na casa dos 6oC à noite e no início da manhã. Os dias são mais longos e raramente chove.

Inverno traz temperaturas negativas durante a madrugada e máximas tímidas, em torno de 6oC. Junho e julho são os meses de maior incidência de chuvas, então espere encontrar neve e tempo nublado, com frequência.

Primavera e outono, baixa temporada na região, apresentam a vegetação colorida e a natureza mais exuberante. As temperaturas máximas ficam entre 10oC e 19oC, enquanto as mínimas entre 3oC e 5oC.


Temperatura em Bariloche

Fonte Climate-Data.org

Como se deslocar

Nós somos adeptos a alugar carros, pois adoramos a flexibilidade de explorar toda a região em nosso próprio ritmo. Saímos e chegamos no horário que queremos, nos demoramos mais ao tirar fotos e ficamos pouco tempo nas paradas que não fazem sentido para nós. A única ressalva é quanto a dirigir no inverno, pois provavelmente precisará de correntes no carro. Caso sinta-se inseguro, é possível hospedar-se no centro e contar com as inúmeras agências de receptivo. Na região, ainda funcionam os famosos remis, motoristas que cobram um preço fechado por tempo e distâncias.

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Se preferir, a GetYourGuide tem diversos passeios na região e você não precisará se preocupar com o deslocamento.


O que fazer em Bariloche

Dependendo da época do ano, a experiência em Bariloche será completamente diferente, como mencionamos. Algumas atrações só fazem sentido no inverno, outras apenas no verão, mas muitas podem ser aproveitadas durante todo o ano.

Lago Nahuel Huapi

Bariloche nasceu e cresceu às margens do magnífico Nahuel Huapi. Com mais de 550km2 e situado 700m acima do nível do mar, sua origem glaciar justifica a coloração azul intensa das águas.

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Imagem do lago Nahuel Huapi
Lago Nahuel Huapi

Repleto de ilhas e bosques à sua volta, forma pequenas praias em vários pontos. Se no inverno apenas compõe a bela paisagem, assume o protagonismo durante o verão. Suas águas tornam-se palco de muitas atividades durante os meses mais quentes, como windsurf, kitesurf, standup, canoagem e outros.

As praias mais concorridas para aproveitar o sol são a Centenário, a do centro, a Praia Bonita e a Bahia Serena. Algumas tem areia fina e branca, outras cascalho. Em todas, a temperatura da água é bem baixa, mesmo durante o verão.

Em sua volta estão os melhores hotéis da região, a maioria em estruturas de vidro e madeira, permitindo uma vista privilegiada para o lago e acesso a pequenas praias.

imagem do hotel à beira do lago Nahuel Huapi

Há muitas ramificações do Nahuel Huapi e outros lagos na região. Os mais conhecidos são o Moreno, Gutiérrez, Steffen e Mascardi.


Circuito Chico

Este é um passeio clássico em uma primeira visita à Bariloche, mas nós fazemos questão de repetir sempre que vamos à região. O circuito Chico (pequeno, em espanhol) circunda o lago Nahuel Huapi, indo do centro às proximidades da Villa Llao Llao, onde está localizado o famoso hotel, percorrendo 65km.

Imagem do mirante no circuito chico em o que fazer em Bariloche
Villa Llao Llao

É possível fazer por conta própria ou através de tours contratados nas agências de receptivo locais. No trajeto, os guias costumam parar no Mirante do Cerro Campanário, um dos muitos pontos com vistas panorâmicas da região. Quanto às lojinhas do caminho, recomendamos deixar para comprar os produtos em lojas semelhantes no centro da cidade, onde encontrará preços melhores.

É comum encontrar cães da raça São Bernardo para tirar fotos características nos principais pontos turísticos da região. Obviamente, será cobrado um pequeno cachê caso queira sua companhia em uma selfie. Apesar dos animais serem lindos, mansos e fotogênicos, nem todos os donos cuidam adequadamente dos seus amigos peludos. Não somos radicais, mas amamos cachorros e nos incomodamos ao ver este tipo de exploração.


Parque Nacional Nahuel Huapi

Mais antigo entre os Parques Nacionais da América do Sul, abrange uma imensa área de 60km de largura por 170km. Abriga mais de 60 lagos e lagoas, montanhas e vales, além de aproximadamente 300 espécies animais.

Foi criado por Francisco Pascasio Moreno, que doou 7.000 hectares de suas terras com esta finalidade. Atuante naturalista e explorador argentino, foi o primeiro homem branco a chegar à região a partir do Oceano Atlântico. Mais conhecido como Perito Moreno, desempenhou importante papel na negociação da fronteira entre seu país e o Chile. Foi dele a proposta de demarcar a divisa a partir das montanhas, e não dos rios, como é mais comum.  Morreu pobre, mas deixou um belo legado em seu país, nomeando muitos pontos naturais, como o famoso glaciar, e dezenas de ruas por todo o país.


Centro de Bariloche

O centro de Bariloche e sua arquitetura revelam toda a influência europeia na região. Inaugurado em 1940, o Centro Cívico abriga até hoje festas, manifestações, eventos culturais e esportivos. A poucos metros, a imponente Catedral foi inaugurada em 1947. Em estilo neogótico, impressiona pelos vitrais e enorme cúpula.

Imagem do Centro Cívico durante uma maratona no verão
Final da Maratona de Bariloche no Centro Cívico

A Calle Mitre, ou La Mitre, é a mais famosa e a primeira rua asfaltada na cidade. Até hoje, é o endereço de muitos hotéis, restaurantes e chocolaterias. É onde você encontrará também agências de receptivo e lojas para locação de roupas e equipamentos adequados a esportes na neve. No centro, são muito mais em conta que nas estações de ski.

Imagem da Igreja Catedral de San Carlos de Bariloche
Catedral

Uma atração que agrada a crianças e adultos durante o ano todo é a pista de patinação no gelo. Localizada em um ponto privilegiado com vista para o Nahuel Huapi, a Neviska tem preços justos e oferece opções para praticantes de todos os níveis.

A cidade também é conhecida por suas baladas e noite agitada. Há sempre muitos jovens na região e a diversão é garantida para todas as tribos. No centro, são muitas as opções de bares e casas noturnas, com ambientes e estilos de músicas variadas. Vamos ficar devendo dicas sobre as melhores, porque não é muito nossa praia 😉

Passeios de barco em Bariloche

Uma das atividades imperdíveis para quem visita a região é fazer ao menos um cruzeiro lacustre pelo Nahuel Huapi. A partir de Puerto Pañuelo, a 25km do centro e próximo ao icônico Llao Llao, partem vários passeios.

Fizemos com a Turisur e recomendamos, pois gostamos tanto do atendimento quanto da qualidade das embarcações. As paisagens, então, são simplesmente deslumbrantes. A agência oferece descontos interessantes para grupos ou múltiplos passeios.

Imagem do barco da Turisur no Pier do Lago
Barco da Turisur no Puerto Pañuelo

Assim que o barco partir em direção ao seu destino, você começará a avistar grupos de gaivotas. Acostumadas aos turistas, aproximam-se do barco em busca de biscoitos. Basta segurar um com sua mão ao alto para que façam voos rasantes e peguem seus prêmios.

Isla Victoria e Bosque de Arrayanes

Passeio mais tradicional pelo Nahuel Huapi, conta com o apoio dos guias do Parque Nacional los Arrayanes. Na primeira parada, no Bosque de Arrayanes, você encontrará um cenário único. Os arrayanes são árvores de tronco avermelhado encontradas apenas nesta região, com mais de 300 anos, até 25m de altura e 50m de diâmetro. Durante a primavera, apresenta flores pequenas e brancas. Dizem que o local foi a inspiração de Walt Disney para criar a floresta do personagem Bambi.

Depois de mais alguns minutos de navegação, chega-se ao Puerto Anchorena, na Isla Victoria. Maior ilha do lago, oferece de seus mirantes visuais inacreditáveis. O contraste entre o azul do lago e a vegetação em sua volta, em tons de verde e vermelho, apaixona à primeira vista. A alameda de sequoias também impressiona, por sua grandiosidade e beleza.

Às margens do lago, forma-se a pequena Praia del Toro, com areias vulcânicas e águas sempre frias. Próximo dali, pinturas ruprestes de milhares de anos lembram os primeiros habitantes locais. Durante o verão, é possível subir de teleférico até o morro Bela Vista, acessível também por escadas.


Puerto Blest e Cachoeira dos Cántaros

O passeio a Puerto Blest e Lago Frías é a primeira parte da navegação conhecida como Cruce de Lagos. Uma experiência única e imperdível, com paisagens de tirar o fôlego.

Imagem do Barco da Turisur no Puerto Blest

O barco é bastante confortável, e os guias passam muitas informações sobre a região e sua história ao longo do passeio. Passamos pela pequena ilha Centinela, onde estão os restos mortais de Perito Moreno, pai dos Parques Nacionais argentinos. Na primeira parada, Puerto Cántaros, fomos desafiados a subir os mais de 700 degraus para chegar ao mirante mais alto. São 4 mirantes no total, passando pela Cachoeira dos Cântaros e o lago de mesmo nome. As vistas valeram cada (suado) degrau do caminho.

Após mais uma pequena navegação, chegamos ao Puerto Blest, onde presenciamos o encontro entre as águas azuis do Lago Nahuel Huapi e as verdes e leitosas do Rio Frías, de origem glacial. O rio e o lago Frías são provenientes do degelo de um dos glaciares do Cerro Tronador. Mais uma memória maravilhosa que este passeio nos proporcionou.

Imagem do encontro das águas do Rio Frias com lago Nahuel Huapi
Encontro do Rio Frias com o Lago Nahuel Huapi

Em Puerto Blest encontra-se um hotel histórico, inaugurado em 1904 e recentemente reformado. Localizado às margens do Lago Frías, tem a Cordilheira dos Andes, o Cerro Tronador e o Cerro Tres Hermanos como cenário. Totalmente isolado, conta com 15 suítes e é ideal para quem busca dias de relaxamento, desconectando-se da rotina junto à exuberante natureza. Entre as atividades oferecidas aos hóspedes, trilhas, caminhadas, pesca e yoga, além de uma pequena área de spa.

Imagem do Hotel Puerto Blest em o que fazer em Bariloche
Hotel Puerto Blest

Como passeio opcional, fizemos mais uma navegação de 20 minutos pelo Lago Frías e suas águas verdes. A partir de Puerto Alegre, pudemos observar o Cerro Tronador e seu pico nevado, mesmo durante o verão. Chegamos ao Puerto Frías, na divisa com o Chile, onde havia uma homenagem a Che Guevara. Adoramos o passeio e as incríveis paisagens do trajeto, mas achamos tempo demais de pausa neste último porto. No geral, foi um dia incrível e recomendamos muito o passeio!


Cruce Andino ou Cruce de Lagos

Este é o trajeto mais completo, indo de Bariloche a Puerto Varas, no Chile. É um roteiro de 1 ou 2 dias, que pode terminar na Patagônia chilena ou retornar a Bariloche. É um caminho considerado sagrado, símbolo da união entre os dois países. Há mais de 400 anos, esta rota era utilizada pelos nativos mapuches e huilliches.

Passa por Puerto Blest, Cachoeira Blanca, Puerto Alegre e Puerto Frías, onde fará a imigração. A partir deste ponto, o passeio segue em um ônibus 4×4 por entre a bela selva valdiviana. Você chegará a Peulla, um vilarejo localizado no Parque Nacional Vicente Pérez Rosales, uma incrível área de preservação repleta de lagos, cachoeiras e uma exuberante fauna. Caso opte por fazer o trajeto em dois dias, é o lugar onde passará a noite. Novamente de barco, cruzará o lago de Todos os Santos, irá de ônibus até as margens do lago Llanquihue, onde navegará mais uma vez até finalmente chegar a Puerto Varas.


Viaje com segurança

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Bariloche no inverno

Como mencionamos, Bariloche fica entre lagos e cerros, ou colinas, em espanhol. Segundo os argentinos, estes gigantes são os guardiões que protegem a cidade. Desde os primeiros flocos de neve, em meados de junho, até o início de setembro, a cidade gira em torno dos cerros e suas estações de ski.

O ano de 2019 marcou a melhor temporada dos últimos tempos, tanto em termos de quantidade de neve, com mais de 1,5m no topo das montanhas, quanto de turistas, 20% a mais que no ano anterior, com 95% de ocupação na rede hoteleira.


Cerro Catedral

A 20km do centro de Bariloche, é a maior estação de ski do hemisfério sul e considerada uma das melhores da América Latina. Tem uma infraestrutura fantástica, com mais de 6km2 de pistas esquiáveis e mais de 50 pistas, com total de 120km e diversos graus de dificuldade.

Com mais de 2.400m de altitude, seus mirantes proporcionam uma vista panorâmica para os lagos Nahuel Huapi e Gutierrez, além da Cordilheira dos Andes e outras montanhas.

O centro é feito sob medida para praticantes de esporte de neve de todos os tipos, como ski e snowboard. Caso não seja seu caso, fique tranquilo: você estará com a maioria. Uma pesquisa demonstrou que mais da metade dos visitantes não tem intimidade com estas atividades e procura apenas uma primeira experiência com a neve. Em função disto, disponibilizam várias opções, como skibunda e tubing, um imenso escorregador com boias na neve, semelhante a um tobogã.

Cnetro de Ski em Bariloche – Imagem de Florcos – Pixabay

Há várias escolas de ski e snowboard, para adultos e crianças. Preços, condições e tamanho dos grupos variam, então sugerimos pesquisar e negociar antecipadamente. Isto garantirá que você contrate a que melhor atenda suas expectativas, a valores mais atraentes.

Já incluso no passe infantil, visitantes mirins de até 11 anos contam com o Kids Club. O espaço oferece várias atividades direcionadas aos pequenos exploradores de neve.

Aberto o ano todo, conta com 34 tipos de transportes para subida, tanto para esquiadores quanto pedestres. Entre abertos e fechados, encontrará teleféricos, bondinhos e cabos para subida. Para você ter uma ideia, comporta tranquilamente até 36.000 pessoas por hora durante a alta temporada. Na baixa abrem apenas alguns, em dias da semana previamente determinados.

Durante alguns finais de tarde do inverno, ocorre a belíssima Descida das Tochas, quando vários grupos descem as montanhas segurando tochas acesas. Um espetáculo emocionante e inesquecível. Outra atração específica desta época é o passeio em motos de neve até o La Cueva, um restaurante de especialidades patagônicas.

No verão, há várias atividades ao ar livre como caminhadas, escaladas e rapel. Para quem curte mountain bike, o local é o paraíso: são oito diferentes circuitos para praticantes de todas as idades e níveis.

Complementando a estrutura, vários hotéis, restaurantes e lojas. O Shopping Las Terrazas ocupa 8.000m2 cobertos, com mais de 50 lojas e serviços diversos. Caso tenha necessidade de alugar roupas e equipamentos, encontrará várias opções na estação também. Entretanto, há lojas com maior diversidade e melhores preços no centro da cidade. Especialmente se precisar para várias pessoas e dias, vale a pena pesquisar antecipadamente e negociar.


Cerro Otto

A apenas 5km do centro de Bariloche e a 1.400m de altitude, o Cerro Otto fica aberto o ano todo. Oferece acesso por estradas asfaltadas ou por um teleférico que percorre 2.100m em 12 minutos. São 42 gôndolas panorâmicas para 4 passageiros, permitindo transportar até 500 pessoas por hora.

No topo, além de uma vista de tirar o fôlego, você encontrará a famosa confeitaria giratória. Totalmente envidraçada, leva 20 ou 40 minutos para fazer uma volta completa, permitindo que tenha uma visão 360oC em velocidade quase imperceptível. Se for pela manhã ou der sorte, poderá se deliciar com a bela vista das mesas próximas às janelas enquanto toma um chocolate quente ou experimenta uma das doces especialidades. Além disto, réplicas das obras de Michelangelo e artistas locais dividem a opinião dos visitantes quanto ao seu bom gosto.

Durante o inverno, é possível fazer caminhadas com raquetes e praticar skibunda. Nos demais meses, caminhadas, tobogãs, ponte pênsil, labirinto e outras aventuras fazem deste centro um destino perfeito para quem vai com crianças e adolescentes.


Cerro Campanário

Com 1050m de altura, abriga mirantes que proporcionam vistas consideradas entre as mais bonitas do mundo. É um dos melhores pontos para contemplação das águas cristalinas do Nahuel Huapi e do Moreno em contraste com o céu e as montanhas nevadas. A 35km do centro, é possível chegar a sua base de carro ou através de um teleférico aberto com cadeiras duplas instalado no local. Também possui uma confeitaria com bolos, tortas, chás e chocolate quente. Experiência para adoçar seu corpo e sua alma.


Cerro Tronador

Mais alto entre os cerros da região, já na divisa com o Chile, o Tronador é o único a permanecer com o topo coberto por neve o ano todo. Chega a 3.554m acima do nível do mar e, na verdade, trata-se de um vulcão extinto, cuja última erupção ocorreu há mais de 10.000 anos.

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Possui um total de 7 glaciares e seu nome deve-se ao estrondo produzido pelas enormes placas de gelo que se desprendem eventualmente.

Fica a mais de 80km do centro, com acesso por estradas em condições complexas. O caminho, por si só, vale o passeio, margeando os lagos Gutiérrez Mascardi. Se estiver sem carro, recomendamos conhecê-lo através de agências, como a Turisur, em um passeio que leva o dia inteiro. As paisagens compensam com sobras o esforço e tempo investidos.

Bariloche no verão

O onipresente Nahuel Huapi e os demais lagos transformam Bariloche em uma estância de verão. As concorridas playas tornam-se palco de esportes aquáticos e atividades como pesca esportiva, caiaque, canoagem, kitesurf, parapente, stand up paddle e muitos outros.

Fomos surpreendidos na região por placas e bandeiras indicando empresas especializadas em buceo, ou mergulho. As águas dos lagos de Bariloche são tão limpas que a visibilidade chega a 30m, podendo visualizar uma parte submersa do bosque. Mas prepare-se para a temperatura congelante da água: no verão, chega a 14oC, no máximo. São vários pontos a explorar, entre lagos e rios da região, mas os mais concorridos ficam no Circuito Chico, como Arroyo la Angostura e Villa Tacul.

Imagem da Operadora de Mergulho no lago Nahuel Huapi em Bariloche
Operadora de Mergulho

Rota dos Sete Lagos / Ruta de los Siete Lagos

Próximo a Bariloche, há um passeio imperdível entre Villa la Angostura e San Martín de los Andes, o tradicional Caminho dos Sete Lagos. Ideal para um dia de céu aberto e sem pressa, este passeio de contemplação vai deixá-lo sem palavras. Você verá lagos de cores, dimensões e formatos diversos em meio a vales, bosques e montanhas. Caso esteja sem carro, sugerimos fazer este passeio através de uma agência de receptivo. Lembramos que durante o inverno alguns trechos podem ser bloqueados em função da neve na estrada.

Recomendamos sair cedo, abastecer o carro, levar água fresca e alguns petiscos. Se o tempo estiver bom e você estiver no espírito, encontrará lugares sensacionais para um bom picnic à beira de um dos lagos. Leve lanches, um vinho ou espumante, uma toalha grande e aproveite a chance. Será uma experiência diferente e única.

Você fará o trajeto pela RN 40, percorrendo 80km entre Bariloche e a charmosa Villa la Angostura. No mesmo estilo de Bariloche, a cidade é bem menor, menos concorrida e super agradável. Também possui uma estação de ski, Cerro Bayo, e suas praças têm um paisagismo lindo! Os hotéis e pousadas em volta do lago têm um clima mágico. Em breve faremos um post dedicado a este lugar maravilhoso.

É a partir dalí que o caminho entre os lagos efetivamente começa, totalizando mais 108km. Há quem se hospede em San Martín e faça o trajeto no sentido inverso, mas as belezas serão as mesmas.

Os sete (ou onze) lagos

A estrada é totalmente asfaltada e sinalizada, com mapas, localização e distância entre os lagos. Difícil eleger o mais bonito, pois a vegetação em volta fica maravilhosa durante a maior parte do ano e compõe cenários especiais. Apesar de serem sete a partir da estrada, você poderá ver mais quatro através de pequenos desvios.

  • Lago Nahuel Huapi – o primeiro dos lagos já deve ser seu conhecido. É enorme e estende-se de Bariloche a Villa la Angostura.
Imagem do Amanhecer no Lago Nahuel Huapi
Amanhecer no Nahuel Huapi
  • Lago Espejo Grande – este enorme espelho reflete a bela vegetação ao seu redor e pode ser visto por entre as árvores da estrada. Se o dia estiver aberto e o céu claro, provavelmente tirará belas fotos a partir do mirante.
Imagem do Lago Espelho Grande
Lago Espelho Grande
  • Lago Espejo Chico – para chegar a este pequeno espelho, é necessário fazer um desvio no caminho. Só vale a pena se estiver com muito tempo sobrando, pois acaba sendo “mais do mesmo”.
  • Lago Correntoso – alimentado pelo rio Ruca Malén, tem águas cristalinas e muita vegetação em volta.
Imagem do Lago Correntoso
Lago Correntoso
  • Lago Traful – este é que deveria ser o Escondido, pois para chegar a suas margens é necessário desviar por muitos quilômetros do caminho original. Se estiver com tempo sobrando, vale a pena.
  • Lago Escondido – pequeno, mas tão bonito quanto os demais, fica escondido entre a vegetação local.
  • Lago Falkner – com uma pequena estrutura turística, conta com área para camping e uma pousada simples.
Imagem do Lago Falkner
Lago Falkner
  • Lago Villarino – último dos lagos na área do Parque Nacional Nahuel Huapi, é adorado pelos praticantes de pesca esportiva, pela enorme quantidade de trutas.
  • Lago Hermoso – à beira de um belo bosque, em área protegida do Parque Nacional Lanín, o nome do lago faz jus a sua imagem. Por estar entre os mais bonitos e calmos, torna-se uma concorrida praia durante os dias mais quentes de verão, apesar das águas geladas – para os nossos padrões.
  • Lago Machónico – seu mirante oferece uma das vistas mais bonitas do caminho.
Imagem do Lago Machónico
Lago Machónico
  •  Lago Lácar – Já em San Martín de los Andes, é um dos maiores e, em nossa opinião, entre os mais bonitos. Sua coloração é de um azul intenso, um gran finale à altura das maravilhas conhecidas durante este passeio.

Dicas para a Rota dos Sete Lagos

Poderíamos ter percorrido todo o caminho em 1:45h, mas foram tantas as paradas nos mirantes para contemplar e fotografar que levamos bem mais. Não nos arrependemos, ao contrário: recomendamos que faça o mesmo. Caso você tenha mais dias em suas férias, pode estender sua road trip pela RN 40 por mais 1.100km e degustar os melhores vinhos argentinos em Mendoza.

San Martín de los Andes será o ponto final do trajeto dos lagos. À beira do lago Lácar, é muito florida, arborizada e conta com ótima estrutura turística. Para quem optar por visitar a região durante o inverno, há uma boa estação de esqui também, Cerro Chapelco. A cidade oferece opções de hospedagens mais em conta que as vizinhas badaladas e é uma ótima alternativa para quem estiver com o orçamento mais apertado. Caso tenha interesse, fique atento: faremos um post exclusivo sobre San Martín de los Andes em poucos dias.

Imagem da Igreja de San Martin de los Andes
San Martin de Los Andes

Para voltar, sugerimos pegar o trajeto mais longo, explorando um caminho incrivelmente bonito e pouco conhecido. Havíamos chegado a Bariloche através das RNs 234 e 237 e ficamos encantados. Como tínhamos horário para chegar e o tempo estava nublado, decidimos fazer novamente. Valeu a pena e recomendamos muito!

Para isto, você deverá continuar pela RN 40, passar por Junín de los Andes em direção à RN 234.  Passará por belas represas, como o Embalse de Alicurá, cânions, rios e formações rochosas incríveis. A estrada está em excelente estado, mas infelizmente não oferece muitos mirantes ou pontos para estacionar e fotografar a paisagem. De qualquer forma, o caminho merece ser conhecido. No total, mais 260km de San Martín a Bariloche, em 3:30h de trajeto, sem contar paradas. Será, com certeza, um dia memorável da sua viagem.

Imagem da encosta do Embalse Alicurá
Encosta do Embalse Alicurá

Restaurantes em Bariloche

Outra grande atração da cidade é sua excelente gastronomia. Não faltam opções, para todos os gostos e orçamentos. Se, como nós, você for fã da dobradinha carnes e vinho, vai se deliciar comendo boas parrillas e tomando vinhos nacionais a preços realmente atrativos.

Muito típico da região, o cordeiro patagônico é um dos favoritos dos restaurantes de carnes.  Trutas, fondues e empanadas também são clássicos a experimentar na região.


Parrilla argentina

Rincón Patagónico – a 14km do Centro Cívico, este restaurante é parada obrigatória para quem gosta de boas carnes. São muitas opções de bons cortes e acompanhamentos, além de carta de vinhos diversa e com preços justos. Fomos várias vezes e recomendamos muito.


Alto el Fuego – apesar de pequeno, fica lotado e precisa de reservas para o jantar. Fica bem no centro da cidade e, desde o estacionamento, é possível sentir o delicioso aroma das carnes bem preparadas. Os pratos são enormes e servem duas pessoas. Faz jus à fama, pois o atendimento é ótimo e as carnes deliciosas.


Sofisticado

Quiven Patagonia – o ambiente é maravilhoso, o serviço muito bom e a apresentação dos pratos impecável. Marcamos para um jantar especial e ficamos encantados com o conjunto, mas é preciso confessar que nos decepcionamos um pouco com o sabor de alguns dos pratos. Fizemos a degustação de sete pratos e, entre outras casas com esta proposta que conhecemos, esta foi a que menos nos impressionou. De qualquer forma, vale conhecer. É realmente uma boa experiência, mas recomendamos baixar sua expectativa.


Rápido e econômico

El Boliche de Alberto – esta rede de restaurantes possui dois tipos de unidades: especializadas em carnes ou em massas. São várias unidades em toda a cidade, e ficam bem cheias durante os horários de pico.


Chocolates em Bariloche

Friozinho e chocolate combinam tão perfeitamente que a maioria dos destinos de inverno tem várias lojas recheadas do que há de melhor destes produtos. Assim como em Campos do Jordão, no Brasil, o centro de Bariloche tem uma enorme oferta de bons chocolates. Na capital do chocolate na Argentina você encontrará várias lojas, especialmente na Calle Mitre, uma ao lado da outra. Oferecem pequenos pedaços desta delícia para degustação, chamando atenção para suas ramas, bombons, preparados para fondue e outros, expostos em vitrines absolutamente tentadoras. Entre as mais tradicionais, há a Fenoglio, Rapa Nui, Mamuschka, Abuela, del Turista e Benroth.

Imagem do Supermercado de Chocolates do Turista em Bariloche
Chocolate del Turista

Além de uma loja completa com os produtos da marca, na Havanna há um pequeno museu com tours guiados a cada 20min que contam a história do chocolate, dos astecas aos dias atuais. Uma exposição com algumas esculturas em formatos de animais, elaboradas com mais de 100kg de chocolate maciço, deixam os visitantes mirins absolutamente encantados.


Roteiro de cervejas artesanais

Apesar da indústria cervejeira estar presente em Bariloche há mais de 100 anos, apenas recentemente a região desenvolveu um circuito de cervejarias artesanais. Seus produtos são reconhecidos internacionalmente, com muitas marcas premiadas. Para você ter uma ideia da importância da cerveja na região, são produzidos anualmente mais de 1 milhão de litros.

Entre pequenos bares a grandes cervejarias, há ao menos 25 empresas a serem exploradas pelos fãs da bebida. Além de tours para conhecer um pouco sobre o processo produtivo, algumas fábricas oferecem deliciosos cardápios harmonizados com as premiadas cervejas.

Independente do seu estilo de viagem, orçamento e época do ano em que viste a região, temos certeza que você também vai encontrar excelentes motivos para se encantar por Bariloche.


Veja também nossas dicas sobre onde ficar em Bariloche. Devido à crise financeira que o país atravessa, tivemos dificuldade de encontrar um hotel razoável para ficar a preços justos. Chegamos a visitar 6 opções antes de decidir e dividimos nossa experiência para ajudar você a fazer uma boa escolha.

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Importante observar que se deseja ir na alta temporada para Bariloche, é imprescindível que faça a reserva com grande antecedência, pois na temporada de inverno, os bons hotéis lotam muito tempo antes, em grande parte por reservas de agências de turismo brasileiras.


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Nós frequentemente usamos estes serviços em nossas viagens e recomendamos. Em muitos artigos, deixamos de mencionar diversas empresas, pois não tivemos boas experiências com elas. Nosso objetivo é ajudar você a planejar suas próximas viagens para que sejam sensacionais!

 
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10 Comments

  1. Silvia Bolzani

    Renata, Bariloche é mesmo plural. Dá para ficar vários dias, sempre com uma programação diferente. Além disto, é impossível não se apaixonar pelas paisagens.
    Mas também tenho pena dos São Bernardos. Lindos, mas nem sempre bem cuidados….

  2. Quanta coisa pra ver, não imaginava. Acho que ficaria vários dias: queria fazer o passeio de barco e chegar no 4×4 rsrs. E concordo contigo quanto a exploração dos cachorros. Tadinhos dos São Bernardos

  3. Super completo seu post sobre Bariloche, adorei.
    Essa viagem está no meu radar.
    Obrigada por compartilhar
    Beijos

    • Silvia Bolzani

      Oi Olívia, muito obrigada! A ideia é essa mesmo: mostrar para quem planeja ir a Bariloche todos os encantos da região.
      Aproveite muito sua viagem!!!

  4. Nossa Bariloche é linda, eu tinha uma percepção totalmente diferente. Adorei as dicas.

  5. Silvia Bolzani

    Muito obrigada, Lulu! A intenção era exatamente esta: inspirar a programarem uma viagem à região, que adoramos! Sem importar se é a primeira ou não. Há sempre algo maravilhoso a descobrir em Bariloche.
    Volte e nos conte como foi 😉

  6. Adorei sua dicas sobre Bariloche. Completíssimas! É muito interessante que é uma região com programas para se fazer tanto no inverno quanto no verão. O passeio pelos lagos parece maravilhoso. Não tive a oportunidade de fazer quando estive por lá! Depois das suas dicas, fiquei com vontade de voltar.

  7. Silvia Bolzani

    Oi Jeniffer, muito obrigada pelo comentário.
    Ficamos felizes por contribuir com seu planejamento.
    Aproveite sua viagem e depois nos conte se descobriu alguma dica legal que não constava em nossas sugestões.

  8. Adorei as dicas, principalmente o passeio de barco. Inclui no meu roteiro! Muito obrigada!

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